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ÉTICA MÉDICA

Em 2002, a Federação Europeia de Medicina Interna, o Colégio Americano de Médicos (ACP) e o Conselho Americano de Medicina Interna (ABIM) publicaram “A Carta do Profissionalismo Médico”.
As mudanças recentes nos sistemas de saúde do novo milênio ameaçam os valores do profissionalismo médico, o qual se baseia no compromisso primordial com o bem-estar do paciente.

O profissionalismo é a base do contrato da Medicina com a sociedade.
A confiança pública nos médicos é essencial para este contrato, a qual depende da integridade dos próprios médicos e de toda a profissão.

Portanto, a fim de manter a fidelidade deste contrato social nesses tempos turbulentos, os médicos devem reafirmar sua ativa dedicação aos princípios do profissionalismo.

A profissão médica é universal no seu escopo e propósito.
“Eu juro, por Apolo médico, por Esculápio, Hígia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue:
(…) Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém.
(…) Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça.”

Fontes: Ann Intern Med. 2002;136:243-246, Juramento de Hipócrates (apud CREMESP)

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